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Classificação Científica

Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Aves
Ordem: Passeriformes
Subordem: Passeri
Parvordem: Passerida
Família: Hirundinidae
 Rafinesque, 1815
Espécie: A. tibialis

Nome Científico

Atticora tibialis
(Cassin, 1853)

Nome em Inglês

White-thighed Swallow


Estado de Conservação

(IUCN 3.1)
Pouco Preocupante

Fotos Sons

Calcinha-branca

O calcinha-branca é uma ave paseriforme da família Hirundinidae.

Nome Científico

Seu nome científico significa: do (grego) atthi kora = epíteto grego para andorinha; e do (latim) tibialis = relativo à tíbia, canela. ⇒ Andorinha com tibia ou andorinha com canela.

Características

Mede 12 centímetros de comprimento e pesa cerca de 10 gramas.
É uma pequena andorinha escura de core cinza-pardacenta com calções brancos que podem ser visíveis quando a ave está empoleirada, mas geralmente é difícil ver no campo. Esta característica é responsável pelo seu nome comum mais popular. As bochechas são cinza-amarronzadas, e os lores são negros. A região que compreende seu uropígio e porções inferiores são de coloração mais clara que as cores da porção superior da ave. Asas e cauda são marrom escuro. A cauda é ligeiramente bifurcada. Os juvenis são similares aos adultos da espécie, mas apresentam na porção inferior penas penas com as bordas pálidas.
Bico, olhos, pernas e pés são marrom escuros. (La Barbera, 2010).

ESPÉCIE SEM DIMORFISMO SEXUAL

Subespécies

Possui três subespécies reconhecidas:

(Clements checklist, 2014).

Alimentação

Captura insetos em voos rasantes. Forrageia nas bordas de floresta perto da água, acima do dossel da floresta, e mesmo em torno de fazendas e ao longo das estradas. É geralmente visto em pares ou em pequenos bandos.

Reprodução

Não faz ninho em estruturas humanas. Dormem e nidificam em paredões rochosos ou em ocos de paus secos ou nas galerias em barrancos de rios. Constrói seu ninho nas cavidades de árvores e tocas abandonadas em bancos. O ninho apresenta formato de tigela e é construído com grama seca.

Hábitos

Vive em lajedos de rios e cachoeiras ou sobre as copas e clareiras das florestas densas adjacentes. Ocorre também aos pares ou em pequenos grupos a beira das estradas que cortam as florestas na Amazônia, empoleirando-se em barrancos e galhos secos nas bordas de matas. Com os desmatamentos, a espécie desapareceu de grande parte do Brasil oriental.

Distribuição Geográfica

Ocorre nos estados do Pará, Amazonas, Tocantins, Mato Grosso, Goiás, Acre e na zona litorânea, do sul da Bahia ao Paraná.

Referências

Consulta bibliográfica sobre as subespécies:

Galeria de Fotos